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Contoterapia by www.contoterapia.com.br

Anna Rossetto

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Terapia Com Contos | Contoterapia | CNV | Empatia | Storytelling

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Contoterapia e o tratamento de conflitos biológicos com informação

Atualizado: 8 de Jun de 2019

Quando li que poderíamos entender a realidade por duas formas, pela razão e pela intuição, o curso de contadora de histórias que havia feito começou a ganhar um peso diferente na minha vida. 


Já utilizava os conhecimento de reprogramação biológica na vida familiar com resultados muito satisfatórios. Na data de hoje, com dois filhos, um com sete anos e outro com cinco anos nunca precisamos recorrer ao atendimento hospitalar, assim como nunca ministramos antibióticos para tratar os conflitos biológicos, ou como são mais conhecidos, as doenças. 

Todos os conflitos biológicos até hoje, depois da formação em reprogramação biológica, minha e do meu companheiro, foram tratados com informação.


Informação? Como assim? Desde quando informação resolve doença?


Pois é, a muito tempo na verdade, mas desde que um alemão chamado Dr. Hammer, com a chamada Nova Medicina Germânica, passou a pesquisar todas as doenças biológicas e até psicológicas (menos traumas decorridos de acidentes, picadas, etc) e a tratar seus pacientes, de câncer principalmente, com muito sucesso, mas não menos perseguido por isso, é que conseguimos hoje, entender o que os conflitos biológicos que vivemos querem dizer a respeito de nossa percepção de mundo. Essa explicação mais detalhada sobre a NMG vale para um outro post, aqui vamos falar sobre o que isso tem a ver com a #Contoterapia®.


Muito bem, então eu já vinha aplicando a investigação de traumas vividos e a mudança de percepção para vivermos bem-estar familiar. Isso queria dizer por exemplo, que se alguém aqui em casa tinha alguma alergia na pele, direcionávamos nossas investigações para momentos chaves de contato ou separação que vivemos, que é a base dos conflitos de ectoderma. Então nos questionávamos, que contato que não gostaríamos de ter tido, ou que contato sentimos falta nesta localidade do corpo que hoje se apresenta em forma de alergia. Invariavelmente chegávamos a uma resposta. No começo, confesso, não era muito simples essa postura de auto-observação, as respostas não chegavam rapidamente porque não tinha muita certeza de onde olhar. Com o tempo quase ficamos preventivos, ou seja, quando vivemos uma situação de impacto emocional, inesperadamente e geralmente sozinhos, já cai a ficha que poderemos desenvolver determinada consequência biológica. E pasme, só de saber isso, percebemos que com o tempo o que antes era muito intenso e incomodo, vinha de forma mais amena. As gripes e febres ficaram mais tranquilas, cistites se resolviam em um dia, dor de gargante vinha e ia em no máximo 3 dias, sem antibióticos. É importante frisar que estes períodos e intensidades não são fixos, eles variam conforme a percepção de cada pessoa.


E assim, certa vez quando meu filho mais velho começou a fazer xixi na cama a noite, passei a observar quando ele sentia seu território invadido. Fazer xixi na cama pode ser um conflito de território, sinto que meu território esta sendo invadido. Me coloquei no lugar dele e me perguntei, o que para uma criança de 4 anos seria território. Me dei conta que poderia ser a mãe, poderia ser o pai ou poderiam ser suas coisas. Hum... interessante... continuei investigando que coisas meu filho sente que é somente dele e que se outros pegarem e usarem ele fica desconfortável? Bem, o pai, a mãe e os brinquedos já vinham sendo compartilhados a algum tempo, então não poderia ser isso, ou poderia? Depois lembrei que ele havia ganhado um novo edredom de um personagem que gostava e seu irmão mais novo insistia em brincar em cima dele. Fez sentido. Mas no meu ponto de vista de adulta achei aquilo tão pequeno. (Ainda bem que não muito tempo depois a CNV entrou na minha vida e a empatia passou a permear nossas relações familiares com mais frequência).


Então, pela #reprogramaçãobiológica, eu precisaria fazer o papel de hemisfério esquerdo para meu filhote, essa ressignificação da realidade, essa análise, lógica, conversando com ele a noite no ouvido direito explicando o que estava acontecendo... "filhote, seu irmão mais novo gosta do seu edredom, mas seu território está garantido, tudo certo, etc, etc..." Mas somente em um dia, depois de uma sessão de contação de histórias familiares é que tive o insight de substituir toda essa explicação lógica por uma metáfora. Naquela noite falei "Filhote, você vai fechar sua torneira hoje a noite e só vai voltar a abri-la amanhã pela manhã". E gente do céu, não é que ele nunca mais fez xixi na cama!


Aquilo fez todas as catracas e engrenagens mentais funcionarem na minha cabeça e reconheço que a Contoterapia como pratico hoje nasceu naquele momento. No momento que percebi que posso escolher como entender os eventos da nossa realidade, se pela razão ou se pela intuição. Pois falar sobre metáfora, é falar sobre intuição, é fugir da lógica linear e analítica. Numa metáfora, ou melhor, em um conto, quando falamos o "Era uma vez" abrimos a porta das possibilidades e do imaginário, ali, a razão é obsoleta, e para conseguirmos entender o que e qual é a mensagem que cada história ou metáfora quer nos passar, precisamos utilizar a intuição. 


Isso foi tão libertador para mim, saber que posso desenvolver essa habilidade intuitiva para assimilar e influenciar a minha realidade tanto quanto usar a habilidade racional, super valorizada e estimada em toda minha vida. 


No vídeo abaixo, tem a primeira parte de uma conversa minha com o Everton Araújo, fisioterapeuta, constelador e professor de Reprogramação Biológica ® sobre esse assunto... confere abaixo que acho que você vai curtir. 



Abraços!